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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

thousand years


Podes pensar que já foi, mas não, 'ela' e eu continuamos aqui. Sempre à tua espera. Sempre por ti. Promete que me olharás por dentro, da mesma forma que eu te olhei da primeira vez que te vi. Só isso.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

rain


Voltou tudo ao início. Os sentimentos voltaram em força. É como se estivéssemos a conhecer-nos por uma segunda vez; só que desta tudo está diferente. Começo a ficar doente, estou doente, curo-me. Tudo tem de ser assim, penso eu...
Por outro lado, sou capaz de ter tido das melhores tardes da minha vida, se não mesmo a melhor. 
Muitos parabéns meu amor e melhor amiga. Muitas felicidades safira.
(p.s- não fumo)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

together again


Há momentos que olho para trás e fico a imaginar. Eu sentia mesmo o teu amor, nunca o vou esquecer.
Quando eu o imagino, só não quero que leve a energia que resta em mim, as palavras que tu disseste.. Sonha que estamos juntos outra vez. Porque a cada lugar que vou, cada sorriso que vejo, eu sei que estás desse lado, a sorrir para mim.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

200km/h in a wrong lane


Partiu tudo de um acidente, algo que não estava na minha ordem de ordens. Agora conta-me como nunca tiveste qualquer tipo de sentimento. Há sempre alguém que perde, pois não há volta a dar. Na vida, por algo que se ganha, perde-se e pelo que se perde, ganha-se. É assim que funciona. Estou vidrado nas nossas memórias, tudo é passado, nunca me senti tão sozinho, estou desfeito. Actos de insensatez, no entanto comuns, possibilidades e surpresas, estavam todos num outro lado da minha consciência. Agora conta-me como nunca tiveste qualquer tipo de sentimento. Eu poderia ter sido tudo o que quisesses, tenho essa característica, posso ser quem quero. Agora conta-me como nunca tiveste qualquer tipo de sentimento. Comecei a caminhar fora das linhas, talvez porque não me importava, mas quando comecei a cruzá-las foi pelo simples facto de não saber mais por onde caminhar.. Não tenho nenhum lugar para voltar, ninguém mais serve de ajuda. É quase como se nem eu próprio me conhecesse e agora tenho que escolher. Quando eu quis chorar, não podia, não estava autorizado. Agora conta-me como nunca tiveste qualquer tipo de sentimento. Desculpa-me por tudo, sei que devo ter-te desiludido, talvez não seja tão bom como tu precisas, desculpa-me até ao fim. Eu nunca precisei de alguém como preciso agora. Quando pensei procurar-te, tive de me conter. O que eu pensei ser um sonho, tornou-se uma miragem, era tão real quanto parecia.. 
Agora conta-me como nunca tiveste qualquer tipo de sentimento.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

linger


I will keep on rocking , you will keep on knocking .

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

strong enough


É mesmo preciso correr atrás da felicidade; ou da infelicidade neste caso. Tudo tem uma razão de ser e, ao que parece, eu já descobri a nossa. Se é que algo pode ser mesmo considerado nosso.. Em poucas palavras, conseguiste deitar-me ainda mais abaixo, estou mesmo lá no fundo neste momento. É incrível a maneira e a facilidade com que, ainda, o consegues fazer. Pelo menos, por agora, tenho uma certeza; é só isso que me resta. Talvez continue aqui, como sempre estive, à tua espera. Talvez não. Acredita em tudo o que te disse. Acredita em tudo que fiz por ti. Acredita que há muito que ficou por dizer. Já eu, não o posso fazer. Não quero nem consigo acreditar. Por favor, não me iludas dizendo que estarás sempre desse lado, pois sei e já tive provas mais que suficiente que não estás, nunca. Nem sequer considerei aquilo uma despedida, pois, para mim, vai continuar tudo como foi até agora.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

We found love


É como se tu gritasses, e ninguém conseguisse ouvir.
Quase sentires vergonha de alguém ser tão importante que, sem essa pessoa, não és nada. Nunca ninguém vai entender o quanto isso dói. Sentes-te sem esperança, que nada te salvará.
E quando acabar e ela for embora, quase vais desejar ter todas as coisas que te faziam sofrer de volta, assim, poderias ter as boas.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Day 04

Dia 04 - Uma foto tua com alguém da família.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

shots



You don't deserve anything .. FUCK you !

quinta-feira, 21 de julho de 2011

my youth



tenho saudades de:
sestas. calor. acordar cedo. viajar. treinar. itália. jogar. havaianas. suar. convívio. mikasa. cansaço. restaurante. caldas. fazer as malas. campanhã. chorar. juniores. comboio. guadalajara. pólos. tomar banho em 3 minutos. resende. pressão. áustria. casa 69. dividir o quarto. rapar o cabelo. cartas. cubano. aquecedores. casa-de-banho suja. balança. rir. ouvir o hino. fazer musculação. não ser chefe do dia. pulsações. one republic. espanha. bebidas energéticas. banho turco. rio. stress. frustração. vitória. vídeos. portimão. lesões. cadetes. chamada. million dollar baby. aniversário. isolamento. paz.

Cada vez que me lembro do tempo que passei, fico com uma vontade enorme de voltar atrás. Foi das decisões mais diíceis que tive que tomar, mas não a correcta. Arrependo-me de todas as vezes que me chamaram e eu não liguei. Posso dizer que tinha tudo, mas sentia que não tinha nada. Todas as batalhas que travava diariamente, provaram-me que eu sou uma pessoa mais forte do que a maioria dos outros pode pensar! As circunstâncias levaram-me a não pensar correctamente. Sentia uma revolta enorme e não o conseguia explicar a ninguém; parece que explodi.. Um sincero obrigado àquele que sempre lutou por mim, mesmo quando eu desisti. Já não havia mais nada a fazer.

sábado, 2 de julho de 2011

discouver


o desprezo e receber aquilo que fizemos aos outros são os piores sentimentos!

domingo, 26 de junho de 2011

they don't know they're gonna die

sinto-me tão vivo.. yeah yeah yeah !

The Naked and Famous - Young Blood.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

i don't believe you




Eu não acreditei quando disseste que era para sempre. Que tudo não tinha passado de uma farsa...
Naquele momento senti que tudo me tinha caído em cima, que o chão tinha desabado e os muros destruídos.
Chovia muito dentro de mim, senti que morreste, em mim. Tenho o coração ferido, a alma torcida.
Nestes momentos lidamos mal com as palavras; só ouvimos a desolação interior e as palavras que vêm de fora estão, muitas vezes, gastas. À força de as termos dito e ouvido, raramente nos chegam dentro. Falam-nos mais os gestos e a presença demorada.  Pensava que eras mais um daqueles maus sonhos e que voltarias de novo, enfim.
Eu não acreditei quando disseste para não te amar mais.
Agora, perdi-te.
Então, não fiques a ver-me cair, ajuda-me a levantar.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

seven

joana



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

backlight


egoísta, por pensar que não preciso de ti. por pensar que nada me acontecerá se te (voltar a) perder. por uma vez que seja, gostava de dar o primeiro passo.
cansado, de ver a vida passar-me diante dos olhos e não fazer nada para a agarrar.
incompreendido, por não conseguir expressar-se.
todos caminhamos para a luz.




domingo, 25 de outubro de 2009

comme des enfants


eu não quero crescer, quero ser um peter pan infinito. ir à lua num segundo e voltar no outro, como se nunca tivesse saído daqui. quero voltar a ser ingénuo e ver o mundo pintado de arco-íris, apesar de sempre saber que ele nunca fora assim. mas quero adormecer a meio da tarde ao ouvir as ondas do mar, correr desenfreadamente pelos campos, e sorrir, por tudo. e sorrir, por nada. aqueles olhos a brilhar, e o cabelo a voar.
não quero ter sonhos, nem objectivos, nem definições das coisas, nem livros. o meu camião da areia, o amigo, os empurrões para chegar em primeiro, as quedas e os desenhos deformados.
e a experiência...
é que já fiz cócegas na minha irmã só para ela parar de chorar, já me queimei ao brincar com a vela, já conversei com o espelho, e até já fui bruxo. já quis ser astronauta, cientista, mágico, caçador e trapezista. já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés de fora. já tomei banho de chuva e acabei viciado. já roubei um beijo, já confundi sentimentos, já escolhi um atalho errado e continuo a caminhar sobre ele, já raspei o fundo da panela, já me cortei ao fazer a barba apressado, já chorei a ouvir música no autocarro, já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais difíceis de esquecer. já subi - escondido - ao telhado apenas para tentar agarrar as estrelas, já fiz juras eternas, já esrevi no muro da escola, já chorei sentado no chão do quarto, já fugi de casa para sempre e voltei no outro instante, já corri para não deixar alguém a chorar, já fiquei sozinho no meio de mil pessoas, sentindo a falta de uma só. já vi o pôr-do-sol rosa e alaranjado, já me atirei para o mar sem ter vontade de voltar, já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei o meu lugar, já senti medo do escuro, já tremi de nervoso, já quase morri de amor, mas renasci novamente para ver o sorriso de alguém especial. já acordei a meio da noite e fiquei com receio de me levantar, já apostei correr descalço na rua, já gritei de felicidade, já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para sempre" pela metade. já chorei por ver amigos partir, mas descobri que logo chegam novos e a vida é mesmo um ir e vir sem razão. foram tantas coisas feitas, tantos momentos fotografados pelas lentes da emoção; e agora pergunto: para quê crescer?

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

chasing pavements







"amor é um fogo que arde sem se ver;"

Todos os dias, sem excpeção, deito-me acordo sobre esta frase. já nem faço caso; é apenas mais uma que, para mim, é bela, mas sem significado algum.
Este caderno, agora gasto e amachucado já sobreviveu e presenciou grande parte da minha existência. folhas arrancadas e rasgadas em fúria ainda aqui permanecem. e nelas a pequena claridade do céu é reflectida. a chuva bate nas janelas com tanta intensidade que penso que pode partir os vidros a qualquer momento.
Estou com uma dor de cabeça insuportável; os carros passam a toda a hora. e a toda a hora vejos os mesmos edifícios, as mesmas calçadas e passeios e jardins, as mesmas horas, as mesmas malditas pessoas!
Não consigo falar, não posso falar! estou aprisionado onde o quis ser. estou sozinho, rodeado de pessoas que não me passam de estranhos a quem digo "olá, bom dia" todos os dias, sem excepção. estou cansado disso. de andar escondido atrás de um boné e auscultadores nos ouvidos. estou cansado de esperar um dia inteiro pela hora de deitar e de "ver" reduzidas a um nome e palavras todas as pessoas que amo. e eu não aguento isso. não sou tão forte como pensava ser ou como os outros pensam.
Está tudo aqui dentro, prestes a explodir, mas domado. "vocês" não sabem como sou nem o que vou ser! parem de me pressionar e fazerem com que continue a ser infeliz. eu tenho receio de tomar qualquer decisão, de agir livremente. EU TENHO MEDO DE VIVER!, e eu não posso desistir, ou melhor, não me deixam desistir.

Preciso que me enroles nos lençóis, tal e qual como fazias antigamente. meio a dormir, meio acordado, lá me levavas tu para não sei onde, fazer não sei o quê. mas não me importava, sabia que no fim do dia poderia ver o teu sorriso de novo. mas quanto a mim... já nem sei o que é sorrir. tenho a alma (se é que ela existe) num silêncio sepulcral. tal silêncio atirou-me para um fundo dum precipício do qual eu não consigo fugir. as minhas pernas tombam à medida que os dias passam. paciência esgota-se. o coração sofre. eu sou um fraco por ser incapaz de lutar. por não estar a conseguir o que idealizei. tudo o que construí, está, lentamente, a cair. eu não o posso controlar, porque no final eu fraquejo a cada segundo que passa; e como tal, não posso controlar as tuas palavras. tu podes ser quem quiseres, porque no final o estúpido serei eu; e eu quero lá saber, não me importo. vivo e alimento-me de recordações e esperanças. sou como uma folha da árvore que observo a dançar com o vento; algum dia ela terá de cair. a diferença é que eu , ao contrário dela, posso levantar-me. porém, na vez disso, deixo que me pisem e ignorem. tal como eu faço a todas as folhas que vejo no chão. ninguém espera nada de uma folha. e de mim? tu devias ser a primeira a quere sabê-lo. a tua figura transforma-se -diaramente- numa voz que ouço do outro lado da linha. eu posso dizer-te o que sinto, mas tu nunca, nunca(!) o irás saber. para te proteger para te deixar feliz, eu torno-me infeliz; mas isso não importa desde que tu o sejas. sei que não o és, que ironia...
O que mais posso eu fazer?
Gostava de viver mais tempo. apenas para dizer, todos os dias, a todas as pessoas que eu gosto, que gosto delas. eu viveria disso e poderia viver para isso.
E então?
O que posso eu mais fazer?
Estou sem opções. já nada me resta. tenho duas coisas: um caderno e uma caneta. a inteligência, essa, já aprendi a deixar de a utilizar.
Porque quando a saudade é demais, e não cabe no peito, escorre pelos olhos.